Estabilizar e baratear um cluster que já está em produção
Kubernetes cobra em operação o que entrega em flexibilidade. Quando a conta deixa de fechar, entramos para achar a causa, estabilizar o ambiente e devolver um cluster que o seu time consegue tocar.
A primeira conversa não tem custo e não vira proposta automática.
- Estabilização primeiro
- Custo medido antes e depois
- Runbook e plano de upgrade
Sinais de que o cluster precisa disso
Estes são os motivos mais comuns de quem chega até aqui.
- Pods reiniciam, nós saturam e deploys travam sem explicação.
- O custo dos nós cresceu, mas a utilização real é baixa: requests e limits nunca foram revisados.
- O upgrade de versão é adiado há três ciclos por medo de derrubar produção.
- Ingress, DNS ou rede falham de forma intermitente e ninguém reproduz.
- RBAC e segredos foram sendo concedidos por exceção, e viraram a regra.
- Não existe backup do estado do cluster nem plano para recriá-lo.
Para quem
- Empresas que rodam produto em EKS, GKE ou AKS sem alguém dedicado ao cluster.
- Times que herdaram um cluster montado por um fornecedor ou por quem já saiu.
- Quem está avaliando se Kubernetes ainda faz sentido para o tamanho atual do produto.
Como funciona
Estabilização primeiro, otimização depois. Misturar as duas é como se corrige um sintoma e se perde a causa.
Avaliação
Estabilidade, custo, capacidade, autoscaling, rede, ingress, versões, RBAC, backup e observabilidade. O objetivo é separar causa de sintoma.
Estabilização
Correções na ordem do impacto em produção: recursos, probes, disrupção, escalonamento, ingress e o que estiver derrubando o ambiente.
Otimização
Node pools, requests e limits, autoscaling e compromissos de consumo ajustados ao uso real, com o custo medido antes e depois.
Entrega
Cluster documentado, mudanças em infraestrutura como código, runbook das operações comuns e um plano de upgrade. Se quiser, seguimos operando.
O que você recebe
Um cluster que o seu time entende. Não uma dependência nova.
- Diagnóstico com as causas identificadas e as correções na ordem de impacto.
- Ambiente estabilizado, com cada mudança revisável e reversível.
- Capacidade e autoscaling ajustados ao uso real, com o custo medido antes e depois.
- Observabilidade de cluster e de aplicação, com alerta que aponta causa.
- Backup do estado do cluster e recuperação testada.
- Documentação, runbooks e plano de upgrade.
O que não prometemos
- Não vendemos plantão emergencial 24 por 7. Atendimento fora do horário comercial é combinado caso a caso.
- Não garantimos percentual de redução antes de olhar o cluster. O número vem da medição.
- Se Kubernetes não fizer sentido para o seu estágio, dizemos isso e propomos o caminho mais simples.
- Nossa profundidade maior é em EKS e GKE. Em AKS aplicamos o mesmo método, e somos claros sobre o que é novo para nós.
Perguntas frequentes
O cluster está caindo agora. Dá para começar rápido?
Escreva descrevendo o cenário. Quando há urgência, fechamos primeiro um escopo de estabilização e o resto vem depois. O que não fazemos é prometer atendimento imediato antes de conversar.
Vocês consertam o cluster ou refazem?
Depende do estado. Quando o cluster foi criado na mão e não existe infraestrutura como código, recriar com Terraform costuma ser mais seguro do que consertar. A decisão sai da avaliação, com o seu time.
Trabalham com qual distribuição?
EKS na AWS e GKE no Google Cloud são onde temos mais horas. Também atendemos AKS e k3s em ambientes menores.
Vocês podem operar depois?
Sim. O Managed DevOps cobre o acompanhamento recorrente do cluster, dos pipelines e do custo.
Outras frentes
O trabalho raramente começa e termina numa só.
Cloud Assessment
Levantamento de custo, arquitetura, IAM, rede, backup, entrega e observabilidade em AWS, Azure ou GCP, com relatório priorizado e plano de 30/60/90.
Ver Cloud AssessmentDevOps Modernization
Padronização de CI/CD, infraestrutura como código, ambientes, segredos e rollback para times de software. Subir em produção deixa de ser evento.
Ver DevOps ModernizationManaged DevOps
Operação e evolução recorrente de cloud, pipelines, observabilidade e custo, para empresas de software que não vão montar um time interno de SRE.
Ver Managed DevOpsDescreva o cluster.
Com os sintomas e o tamanho do ambiente, já conseguimos dizer o que investigaríamos primeiro.
A primeira conversa não tem custo e não vira proposta automática.
