Do commit ao rollback, sem depender de quem está de plantão
Padronizamos pipeline, infraestrutura como código, ambientes e segredos para que subir em produção seja rotina. O mesmo caminho em todo projeto, escrito e documentado onde o seu time trabalha.
A primeira conversa não tem custo e não vira proposta automática.
- Um caminho de entrega para todo repositório
- Infraestrutura como código
- Rollback testado, não improvisado
Quando faz sentido
Quando a entrega depende de memória e de disponibilidade de pessoa, e não de processo.
- Cada projeto tem um pipeline diferente, e o que resolve num não resolve no outro.
- Subir em produção depende de uma pessoa específica estar acordada.
- Rollback é refazer o deploy anterior na mão, se alguém lembrar qual era.
- Segredo de produção circula em variável copiada no chat.
- Criar um ambiente novo leva dias, então ninguém cria ambiente novo.
- Metade da infraestrutura nasceu no console e não existe em lugar nenhum como código.
Para quem
- Times que entregam software toda semana e querem que isso pare de doer.
- Empresas com vários repositórios e um jeito diferente de entregar em cada um.
- Quem precisa de rastreabilidade: quem subiu o quê, quando e como voltar atrás.
Como funciona
Nada de reescrever tudo de uma vez. Um caminho de referência primeiro, depois os projetos migram para ele um a um.
Inventário
Mapeamos como cada projeto builda, testa, sobe e volta atrás hoje, e onde moram os segredos e as variáveis.
Padrão
Definimos um caminho de entrega: pipeline, ambientes, versionamento, validação, promoção entre ambientes e rollback. Escrito, não combinado no corredor.
Migração
Os projetos entram no padrão por ordem de risco e de dor, sempre por pull request, sem janela de parada onde der para evitar.
Autonomia
Seu time passa a criar projeto e ambiente sozinho, a partir dos mesmos moldes. Deixamos a documentação e o runbook no repositório.
O que você recebe
Entrega que funciona igual em qualquer projeto do time.
- Pipelines padronizados de build, teste e deploy, com o mesmo formato em todos os repositórios.
- Infraestrutura como código, em Terraform, com estado remoto e histórico.
- Ambientes definidos em código: criar, recriar e destruir deixam de ser aventura.
- Segredos fora do repositório, com acesso controlado e rotação possível.
- Rollback documentado e testado, não improvisado no incidente.
- GitOps quando o ganho é real, e não porque está na moda.
- Automação do que hoje é manual: tarefas repetidas viram comando, e comando vira documentação.
O que não entra
- Não trocamos sua ferramenta de CI se a que existe dá conta. Migração de ferramenta é decisão à parte, com motivo escrito.
- Não escrevemos o teste do seu produto. Montamos o caminho para que ele rode e barre a entrega quando falhar.
- Não impomos GitOps, Kubernetes ou portal interno. Entram quando resolvem um problema seu.
Perguntas frequentes
Trabalham com qual ferramenta de CI?
GitHub Actions e GitLab CI são as que mais usamos. Azure DevOps, Jenkins e Bitbucket também aparecem, e o método é o mesmo.
Precisa parar o desenvolvimento durante a migração?
Não. Os projetos migram um a um, e o caminho antigo continua de pé até o novo provar que funciona naquele repositório.
E se nossa infraestrutura foi toda feita no console?
É o caso mais comum. Importamos para código o que dá para importar, recriamos o que sai mais barato recriar, e a decisão é sempre explicada antes.
Isso vale para quem não usa container?
Vale. Máquina virtual, função serverless e serviço gerenciado também precisam de pipeline, ambiente e rollback.
Outras frentes
O trabalho raramente começa e termina numa só.
Cloud Assessment
Levantamento de custo, arquitetura, IAM, rede, backup, entrega e observabilidade em AWS, Azure ou GCP, com relatório priorizado e plano de 30/60/90.
Ver Cloud AssessmentManaged DevOps
Operação e evolução recorrente de cloud, pipelines, observabilidade e custo, para empresas de software que não vão montar um time interno de SRE.
Ver Managed DevOpsKubernetes Rescue
Avaliação e correção de clusters EKS, GKE e AKS instáveis ou caros: capacidade, autoscaling, rede, ingress, upgrades, RBAC, backup e observabilidade.
Ver Kubernetes RescueQuanto tempo leva para subir uma correção hoje?
Se a resposta depende de quem está disponível, o problema é de processo. Conte como funciona e dizemos por onde começaríamos.
A primeira conversa não tem custo e não vira proposta automática.
